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Após liberação, Granja Faria busca mercado saudita

Após liberação, Granja Faria busca mercado saudita
Empresa brasileira participou de missão do Ministério da Agricultura a quatro países árabes e começou a procurar vendas para ovos líquidos e em pó na Arábia Saudita assim que mercado foi aberto.
Isaura Daniel/ANBA

Assim que saiu o anúncio de que o mercado saudita de ovos processados foi aberto para produtos brasileiros, a Granja Faria já começou a trabalhar para vender ao país árabe. A certificação sanitária para que o Brasil possa exportar os produtos à Arábia Saudita foi emitida durante a visita da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, ao país árabe na última semana.

“Nós já estamos atrás desse mercado, a gente já falou com algumas pessoas que são daqui, que conhecem esse mercado, que farão alguns levantamentos, agora com um cunho mais comercial”, afirmou à ANBA o diretor operacional da Granja Faria, Cleber Souza Martins(foto acima), durante a missão. Até então a empresa olhava o mercado sob a ótica da sua liberação. A Granja Faria fez parte da delegação que acompanhou a ministra.

A empresa opera em duas frentes, em genética avícola com ovos férteis e pintinhos de um dia, e em ovos comerciais, segmento do qual fazem parte ovos in natura, ovos em pó e ovos líquidos. Para levar a produção adiante, a companhia mantém nove unidades de ovos férteis e pintinhos, além de seis plantas de ovos comerciais. Elas ficam no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso e Tocantins.

Os ovos em pó ou líquidos, para os quais o mercado saudita foi aberto, são aqueles usados principalmente como ingredientes da indústria da panificação. “A missão veio ao encontro do que a gente vem buscando internamente na empresa, que é buscar novos mercados, buscar opções para não ficar apenas com o mercado interno, saturando o mercado interno, e tendo um produto que tem qualidade de nível mundial e que pode ser fornecido para outros países”, diz Martins.

A Granja Faria exporta todos os seus produtos, menos os pintinhos. O mercado árabe representa quase metade do total exportado em ovos férteis, segundo Martins. De ovos comerciais a empresa teve algumas exportações n mercado para Dubai, nos Emirados. “É um projeto que ainda está começando”, afirma o diretor operacional.

A missão da ministra Tereza Cristina, da qual Martins fez parte da delegação, visitou o Egito, a Arábia Saudita, o Kuwait e os Emirados Árabes Unidos. A ministra teve reuniões com autoridades e representantes de organismos do setor agrícola e sanitário em cada um destes países, enquanto os empresários tiveram agendas comerciais. A Câmara de Comércio Árabe Brasileira organizou seminários no Egito, Arábia Saudita e Emirados.

Fonte: ANBA

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