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Empresa de certificação Halal opina sobre posicionamento do Governo e Ministério da Agricultura

Empresa de certificação Halal opina sobre posicionamento do Governo e Ministério da Agricultura

Anúncio do vice-presidente da República, Hamilton Morão, e da Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, sustentam a necessidade de adequação dos negócios para atender os países árabes

Chapecó, 23 de agosto de 2019 – Os mais variados estudos realizados por centros de pesquisas demonstram as oportunidades de negócios junto aos países árabes. No Brasil, por exemplo, este é um campo em franco crescimento, visto que muitas empresas ainda podem se adequar para atender as exigências e requisitos para acessarem estes mercados, tal como a certificação Halal.

“A recém sinalização de lideranças nacionais, tanto do vice-presidente da República quanto da Ministra da Agricultura, Hamilton Mourão e Tereza Cristina, respectivamente, atestam essas afirmações”, salienta o CEO da Siil Halal, Chaiboun Darwiche, empresa especializada em habilitar, auditar e credenciar empresas conforme as normas internacionais e seguindo as exigências ligadas a Jurisprudência Islâmica.

De acordo com ele, dados apontam para 1,6 bilhão de pessoas que se designam muçulmanas. Além disso, o islamismo é a religião que cresce de forma rápida comparada às demais. “Esses dados são da Pew Research Center e apontam que em 2050 o número de muçulmanos chegue a 2,8 bilhões de pessoas ao redor do mundo”, enaltece.

Para Chaiboun, a observação feita por Hamilton Mourão, no qual reconhece a importância comercial forte com os árabes, principalmente na área de alimentos, e seu desejo de uma maior presença de produtos na região, são sinais da maior integração e novos negócios para as empresas nacionais, além da necessidade da certificação. “Acredito que veremos nesta gestão presidencial esforços para elevar o comércio com esses países e isso é bastante significado para País. Por esta razão a necessidade das empresas estarem aptas para atender este mercado”, ressalta.

Ele destaca ainda o histórico do comércio Brasil com os países árabes. “De 2009 a 2018 as vendas do agronegócio brasileiro aos árabes cresceram, em média, 2,3% ao ano. Dentre os produtos mais exportados foram: carne de frango, carne bovina, açúcar, cereais, oleaginosas e café. Cifra de US$ 8,12 bilhões ou 10% do total exportado atrás somente da China”, informa Chaiboun que acrescenta: “Isso faz com que a região esteja entre os principais importadores mundiais do agro nacional”.

Ele lembra que a Ministra da Agricultura sinalizou para setembro sua visita para o bloco econômico, o que para ele significa boas novas. “Isso representa a possibilidade de introdução de novos produtos para os mercados árabes, a exemplo dos lácteos e frutas”, insere.

Em nota sobre a ampliação dos produtos brasileiros para os países árabes, Tereza Cristina destacou que o Brasil tem nos países árabes um bom destino para gado em pé e defende que o mercado brasileiro também receba mais produtos dos países árabes, aproveitando o fluxo dos navios carregados na ida para lá e na volta ao Brasil, tal como os fertilizantes, ponderando ser uma alternativa para baratear fretes. “Com isso com certeza teremos fretes mais baratos”, disse.

Fonte: Assessoria Siil Halal

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